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Terça, 31 Julho 2007

Resenha: Bobby

Cenas da vida.

Bobby

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Sinopse: Se passando no dia 5 de Julho de 1968, o filme conta a história do dia do assassinato do senador dos Estados Unidos Robert F. Kennedy, no mometo, candidato à presidente. Um momento que reuniu várias pessoas no Hotel Ambassador, local do incidente, mudando a vida dessas pessoas que foram tocadas pelo senador.

Bobby foi duramente críticado nos Estados Unidos, mesmo conseguindo indicações surpresas no Globo de Ouro, incluindo por melhor filme. Tive a oportunidade de vê-lo um tempo atrás e fiquei indiferente ao filme, obcecado demais por seus defeitos e pouco valorizando o que continha de bom. Decidi revê-lo para poder preparar esta resenha e foi, sem sombra de dúvida, a melhor coisa que fiz. Bobby é sim, um filme falhado, um longa que poderia ter sido muito mais, mas que se contentou em sendo apenas uma homenâgem à um figura marcante e esquecida na geração de hoje, mas também é um filme de muitos valores e ficar obcecado por seus defeitos não é o mais sábio a fazer, há muita coisa boa no filme que vale a pena apreciar.

Entre suas virtudes está, obivamente, seu soberbo elenco. São 22 nomes importantes, alguns mais que outros e certos nomes que se sobressaíram melhor, desses posso destacar com grande felicidade Sharon Stone, em uma de suas melhores performances, Stone volta com tudo e brilha. Por outro lado, a outra musa com a qual contracena, Demi Moore, deixa a desejar, cainda numa caricatura óbvia da personagem. Nick Cannon e Christian Slater são dois atores que não suporto, mas de resto, podemos contar o carisma sempre revelador de Shia LaBeouf e sem companheiro de tela Brian Geraghty. Lindsay Lohan e Elijah Wood vivem um relacionamento muitas vezes mal conduzido e clichês, mas ambos estão bem nos respectivos papeis. Freddy Rodriquez é outro fator ótimo, em atuação contundente e marcante, contracenando com o também bom Laurence Fisburne. Anthony Hopkins aparece em um papel pouco revelador e Heather Graham vive bem um caso com William H. Macy, como sempre, estupendo. Ainda vale lembrar de Emilio Estevez (que por sinal dirige) e Joshua Jackson. Não vale elogiar Ashton Kutcher, perdido no filme e Helen Hunt contracena com Martin Sheen, em papeis secos.

São esses grandes nomes hollywoodianos que permeiam a narrativa extremamente bem conduzida por Estevez, que poderia ter feito um Magnólia, mas realizou uma obra bem abaixo, não investindo tanto no mosáico de personagens em tela, mas sim, na clara homenâgem ao homem que tocou o espírito de várias pessoas e prestes a mudar o país, perdeu sua vida. As cenas da vida dos personagens oscilam entre satisfatório, irregular e desnecessário. Alguns enredos melhoram o filme, enquanto outros o perde pontos, entre esses, certos momentos que batem de frente no superficial e outros carregado por melodrama e muita melancólia. Mesmo assim, é impossível não ser cativado e comovido pelas cenas finais. O momento trágico consiste em um casamento bem sucedido de imagens reais de Kennedy (do qual só aparece de rosto nos arquivos verídicos) e ficcionais do resto do elenco, todos movidos e tragicamente abalados pelo acontecimento, que soa autêntico, ao som de um discurso altamente importante e significativo do senador, traduzindo todas as boas inteções do diretor e roteristo, que acredite, são muitas.

Investindo mais nas personalidades e nos sentimentos verdadeiros de seus personagens e nem tanto no literal, a obra de Estevez teria sido melhor, já que certos personagens soam deslocados e desnecessários da história, porém, todos servem para provar um ponto importante: no filme, foram inúmeras pessoas, milhares no momento do assassinato e são pessoas completamente diferentes, seja na situação social, financeira, religiosa ou na cor da pele. Uma boa sacada que se torna significante ao ser analisado junto aos discursos especialmente inspiradores de Kennedy. No final das contas, Bobby pode ter pregações e superficialismo, mas o que não falta é boas intenções, é incontestável o valor de seu elenco e certos valores são impossível de serem evitados, como a construção da época feita de forma meticulosa ou a trilha sonora compilada com grandes canções, algumas próprias dos anos 60, o compositor Mark Isham só falha em alguns momentos dramáticos que ele mesmo conduz. Ainda temos uma boa montagem essêncial para o típo de filme. Por esses motivos, Bobby é bem recomendado, são duas horas nada tediantes, sempre cativantes e no fim, memoráveis.

[Bobby] De Emilio Estevez. Com Harry Belafonte, Joy Bryant, Nick Cannon, Emilio Estevez, Laurence Fishburne, Brian Geraghty, Heather Graham, Anthony Hopkins, Helen Hunt, Joshua Jackson, David Krumholtz, Ashton Kutcher, Shia LaBeouf, Lindsay Lohan, William H. Macy, Svetlana Metkina, Demi Moore, Freddy Rodriguez, Martin Sheen, Christian Slater, Sharon Stone, Jacob Vargas, Mary Elizabeth Winstead e Elijah Wood. [Drama, 120 minutos]

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obs: para ler as críticas abaixo, basta clicar no link
Vinicíus Pereira do Blog do Vinícius 80
Angélica Bito do Cineclick --
Alex Gonçalves do Cine Resenhas 80
Angie Errigo da Empire 60
David Edelstein do New York Times --
  Marcelo Forlani do Omelete 80
  Peter Travers do Rolling Stone 25
Alessandro Giannini da Revista SET 75
  Matheus Pannebecker do Cinema 2007  70 

Segunda, 30 Julho 2007

Bilheteria

Box Office: A família dos Simpsons lideram o sucesso

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(Escapando da tragédia...)

Surpreendendo, a adaptação do programa de televisão cultuado e pop, que sobreviveu a mais de 18 anos, arrecadou nada menos que $71 milhões no seu primeiro fim de semana de estréia nos Estados Unidos. Os Simpsons: O Filme, que estava em produção por mais de uma década tinha uma previsão de $40 milhões, mas nada perto do lucro explosivo que recebeu, se juntando às ótimas críticas recebidas. A produção de $75 milhões contribuiu para o recorde da maior frequência nos cinemas para um fim de Julho. Conquistou não somente a maior abertura para uma adaptação de programa de TV (superando Missão: Impossível 2), mas duplicou a maior abertura para uma adaptação de programa animado, que anteriormente pertencia à Bob Esponja: O Filme.

Eu Os Declaro Marido e...Larry! e Hairspray, que estreiaram semana passada, cairam por volta de 44%. Enquanto a comédia de Adam Sandler foi relativamente melhor que suas anteriores, fechou com $71.6 em 10 dias e Hairspray, com uma queda similar a de Moulin Rouge! fecha com $59.3 em 10 dias. Harry Potter e a Ordem da Fênix, na sua terceira semana continua como a arrecadação semanal mais fraca da serie, mesmo com o maior valor acumulado no período de 19 dias ($241.8), graças à sua estréia imensa na quarta-feira dia 11. Da temporada, é o quinto maior em acumulação, atrás de Transformers, que terminou em sexto lugar nesse fim de semana, fechando $284.6 em 27 dias.

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(Prato água com açucar em Sem Reservas)

Em quinto lugar ficou a outra estréia da semana, Sem Reservas, comédia romântica com Catherine Zeta-Jones e Aaron Eckhart. Arrecadou $11.8 milhões, que é o número mais comum para o gênero normalmente. Outras estréias incluem o suspense Eu Sei Quem Me Matou e a comédia Who's Your Caddy?. O thriller com Lindsay Lohan fracassou, em nono lugar, produziu meros $3.4 milhões, enquanto a comédia de golfe ficou em décimo, com $2.9 milhões. Das "menores" aberturas da semana, podemos destacar No End in Sight, um documentário que abriu em apenas 2 salas e ficou atrás de somente Os Simpsons em relação à media por sala, conquistando $16 mil por sala, beirando aos $18.3 mil dos Simpsons.

<<<<Confira ao lado esquerdo <<<< a relação completa do top 10 da bilheteria dos EUA.

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(Medo predomina no fracasso Eu Sei Quem Me Matou)

Domingo, 29 Julho 2007

Resenha: O Hospedeiro

Brilhante monstruosidade.

O Hospedeiro

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Gwoemul (2006)
Dirigido por Bong Joon-ho.
Com Song Kang-ho, Byeon Hie-bong e Park Hae-li.
Thriller. 119 minutos.

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Sinopse: A família Park, destrambelhada e incomum, é dona de uma pequena loja de lanches à beira do Rio Han e é surpreendida quando uma monstruosidade incomum emerge do fundo do mar e começa atacar os habitantes do local. Fruto da negligência e ignorância do homem, o monstro que nasceu em meio à junção de poderosos produtos químicos começa a ser conhecido como um Hospedeiro, já que transmite um vírus. Quando carrega a caçula da família Park para os esgotos, os Park se convencem que ela está viva e precisam passar por cima da burocracia do governo para resgatá-la.

O cinema oriental continua a surpreender com seus filmes ousados e grandiosamente divertidos. Dessa vez, a pérola veio de fundo do mar da Coréia do Sul. Resgatando um gênero muitas vezes controverso, O Hospedeiro é a versão coreana de Godzilla, mas bem melhorada. O diretor revelação Bong Joon-ho cria uma obra incrívelmente envolvente e satisfatória, mesclando todo típo de clima na sua atmosfera construída habilidosamente. Humor, drama, terror e fantasia entram em ebulição, conquistam a audiência e criam um verdeiro filme de entretenimento. Brilhante, urgente e necessário.

O visual funciona gloriosamente, com a criatura em CGI se tornando imensamente eficiente e bem arquitetada, conseguindo elevar inúmeras vezes o grau de tensão sobre a audiência. Mas o longa não se limita somente à parte técnica ótima, que ainda vale lembrar da trilha sonora e da excelente montagem, mesmo que seja a direção precisa e importante de Bong a melhor coisa do filme, o roteiro surpreende com seus diálogos ácidos de humor negro, suas passagens tensas e um comentário social e político sensacional. O que torna a sessão ainda mais necessária é o tom político que o filme ganha, nunca porém, recorrendo à pregrações e exagerando na dose. Tudo no filme parece estar no ponto certo. O humor é adequado, o suspense está quase sempre presente e o drama nunca se torna invisível, já que os personagens bem construídos crescem dentro de nós.

O elenco completamente desconhecido também merece muitos elogios. Do pai neurótico à garotinha carismática, somos envolvidos imensamente por cada um e isso é outro grande motivo do filme funcionar. Não esquece de seus personagens, entrega personalidade a cada um e acaba vencendo a audiência com eles. Ao seguirmos a aventura deles, estamos sempre automaticamente torçendo e sempre ansiosos. O roteiro do filme por isso, é um grande triunfo, trabalhando em vários aspectos e se saindo vitorioso quase sempre - em alguns momentos se enrola um pouco - mas nada comprometedor. Foi uma sessão completamente irresistível e competente, indo além de seu dever de simplesmente divertir, criando brilhantismo com seu entretenimento e genialismo com seu espírito inovador e espetácular.

No fim de tudo, é impossível não reconhecer o filme como uma das grandes obras do ano, não só um dos filmes mais divertidos mas provavelmente um dos mais bem arquitetados. O Hospedeiro é a surpresa agradável e excelente que esperamos receber o ano todo e com sua atmosfera pesada e densa, seu senso de humor estupendo e suas cenas imensamente emocionantes e estilizadas, o filme atinge a vitória com glória e maravilha. É imperdível.

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Cineclick:  "Perturbador, O Hospedeiro é impossível de ser assistido com indiferença."
Cine JP:  "Ele é um ótimo filme. É assustador, é tenso, mas também é engraçado e é emocionante. Porém ele não é um filme povão. Ele não funciona para aqueles que estão acostumados a padrões baynianos ou emmerichianos. E tão pouco para aqueles que vão assistir “desligando o cérebro”. Ele é um tipo de filme para aqueles que procuram uma ótima história, personagens envolventes, cenas eletrizantes e pasmem um final surpreendente."
New York Times:  "O Hospedeiro é um conto urgente sobre ambiente e a dominação da natureza, como também as conseguências da ignorância humana, e pode arrepiar seus cabelos. Mas somente um vai provocar suas fantasias e te deixar gritando 'encore'."
Omelete:  "O Hospedeiro é um filme de monstro. E dos bons. Tem todos os elementos característicos do estilo, além de ser uma história universal, mesmo sendo encenada na Coréia do Sul, com efeitos especiais ótimos." 80
Rolling Stone:  "É tão aterrorizante? Sim. Vai te deixar todo derretido? Com certeza! Estoura a fórmula Godzilla para inserir terror com sentimento? É melhor acreditar que sim." 88
Revista SET:  "Os efeitos são notáveis, assim como a fotografia, a montagem e a música. Outros aspectos do longa merecem destaque: seu viés político e sua crueldade. No "cinemão" atual, nenhuma sátira atacou tão frontalmente o colonialismo americano." 85
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Sexta, 27 Julho 2007

Outras novidades

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The Dark Knight...: Nova imagem e um teaser trailer oficial. Nada disse muita coisa, no trailer é preciso somente aumentar muito o volume e se deliciar com a voz de Heath Ledger como o Coringa. É um completo teaser, curto e grosso. Mesmo assim, será que vou conseguir esperar até 18 de Junho de 2008? Difícil.
Mais inúmeros posteres foram adicionados à galeria Novas Fotos Novos Cartazes ao lado direito. Entre eles: Sweeney Todd, Watchmen, Whiteout, Skid Marks, Joshua e Mr Woodcock. Como também um novo de Shoot 'Em Up, O Ultimato Bourne e Jogos Mortais 4 e mais dois para A Hora do Rush 3.
Confusão Cloverfield: Na verdade, foram 4 teaser posteres, cada um com um nome diferente no topo: Monstrous, Barbarous, Furious e Terrifying. O quinto será o oficial, com o verdadeiro nome do filme. Boatos sugerem Colossus como o nome oficial.
A Múmia 3 teve um nome definido que será The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor. Trocou de data com Hellboy, previsto para 1 de Agosto de 2007, com Hellboy mudando para 11 de Julho.

Cinema: Estréias da semana (27/07)

Bobby

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O filme acompanha as histórias de 22 pessoas que estavam no famoso Ambassador Hotel em 6 de junho de 1968, local e data do assassinato do senador norte-americano Robert F. Kennedy.

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Diretor:  Emilio Estevez
Elenco:  Laurence Fishburne, Heather Graham, Anthony Hopkins, Helen Hunt, Lindsay Lohan, William H. Macy, Demi Moore, Sharan Stone, Elijah Wood, Harry Belafonte, Joy Bryant, Nick Cannon, Emilio Estevez, Jackson, Ashton Kutcher, Shia LaBeouf, Svetlana Metkina, Freddy Rodríguez, Martin Sheen, Christian Slater, Kip Pardue.
Roteiro:  Emilio Estevez
Duração:  120 min.
Ano:  2006
País:  EUA
  Gênero:  Drama
Distribuidora:  Imagem Filmes
Classificação:  14 anos                     Média: 66%
Blog do Vinícius:  "Pode ser que a proposta de Estevez não tenha ficado muito bem definida, mas só pelos tocantes momentos finais em que utiliza cenas verídicas já merece um amplo reconhecimento." 80
Cineclick:  "Bobby é conduzido de uma forma sentimental no tratamento das histórias dos 22 personagens e, principalmente, no retrato do hotel, tratado como o 23º elemento nesse belo panorama."
Cine Resenhas:  "Estevez surpreende com toda a sensibilidade e genialidade nos instantes finais do seu projeto que demorou anos para ser concluído e entregue para todo o mundo, onde ele opta por captar todo o “sismo humano” do que investigar com afinco os mistérios que ficaram no ar." 80
Empire:  "Um elenco maravilhoso em um trabalho irregular sobre perda, saudades e a necessidade urgente de uma reforma social." 60
New York Times:  "Quando você ouve seus [Robert Kennedy] discursos pacientes e meditativos, você tem uma breve visão do filme que o Sr. Estevez queria fazer - aquele que você poderia querer estar assistindo." 
Omelete:  "Dizem que a bala que atingiu Bobby matou também a esperança de um mundo melhor. Mas o mundo não pode depender de apenas uma pessoa. Cabe a nós fazermos as nossas partes. Emílio Esteves está fazendo a dele... e muito bem feita!" 80
 Rolling Stone:  "Estevez tem boas intenções. Mas ter seu coração no lugar certo não é desculpa." 25
Revista SET:  "Um longa a ser mais conferido" 75

 

Quebra de Confiança

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Baseado numa história real, o filme conta o drama do novato no FBI Eric O'Neill (Ryan Phillippe), que entra num jogo de poder com seu chefe, Robert Hanssen (Chris Cooper). Hanssen é suspeito de vender segredos norte-americanos aos russos.

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Diretor:  Billy Ray
Elenco:  Chris Cooper, Ryan Phillippe, Laura Linney, Kathleen Quinlan, Clare Stone, Bruce Davison, Mary Jo Deschanel, Caroline Dhavernas, Jonathan Keltz, Aaron Abrams, Tom Barnett, Gary Cole.
Roteiro:  Adam Mazer, William Rotko, Billy Ray
Duração:  110 min.
Ano:  2007
País:  EUA
  Gênero:  Drama
Distribuidora:  Paris Filmes
Classificação:  12 anos                               Média: 84%
Cineclick:  "(...)a direção de Billy Ray se mostra fria e até certo ponto burocrática, não causando na platéia o envolvimento necessário para que se crie empatia com os personagens. O resultado é apenas morno."
New York Times:  "Um dos pontos fortes [do filme], um thriller que consegue excitar e deixar tenso, mesmo nós sabendo como termina, é como captura tão bem a banalidade extrema desse homem e seu mundo."
Omelete:  "A opção do diretor e co-roteirista Billy Ray pelo drama psicológico é louvável. De qualquer outra maneira teríamos um filme de reviravolta como tantos outros. E o acerto é tamanho que mesmo assim ele acaba obtendo a tensão e as reviravoltas que são banalizadas no filmes mais convencionais." 80
Rolling Stone:  "Nesse thriller instigante equilibrado, é Cooper -- engraçado, feroz e louco -- que nos entrega um olhar ao infinito." 88

 

O Ex-Namorado da Minha Mulher

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O jovem pai Tom Reilly (Zach Braff) aceita um emprego na agência de publicidade de seu sogro. No entanto, ele acaba tendo problemas com Chip Sanders (Jason Bateman), um colega de trabalho paraplégico que faz de tudo para sabotá-lo no trabalho e, se possível, roubar sua mulher Sofia Kowalsk (Amanda Peet).

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Diretor:  Jesse Peretz
Elenco:  Zach Braff, Amanda Peet, Jason Bateman, Donal Logue, Fred Armisen, Tim Brennan, Josh Charles, Peyton Conn, Mia Farrow, Jack Fitz.
Roteiro:  David Guion, Michael Handelman
Duração:  90 min.
Ano:  2006
País:  EUA
  Gênero:  Comédia romântica
Distribuidora:  California Filmes
Classificação:  12 anos                          Média: 60%
Cineclick:  "Simpático entretenimento com conteúdo."
Omelete:  "Não espere algo muito surpreendente, se você alguma vez já assistiu a uma comédia romântica. Mas para que elas servem mesmo?" 60

Outras estréias:

  • Luzes do Além
  • Conceição: Autor Bom é Autor Morto

Resenha: Ela é a Poderosa

Regras da vida.

Ela é a Poderosa

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Georgia Rule (2007)
Dirigido por Garry Marshall.
Com Jane Fonda, Lindsay Lohan e Felicity Huffman.
Drama. 113 minutos.

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Sinopse: A estressada e rebelde Rachel, uma adolescente irritada, é obrigada a morar com sua avó Georgia que nunca conheceu no verão. Sua mãe, Lilly, que divide problemas familiares com Georgia, vê a visita como um forma de criar um vínculo maior entre a família. Mas quando os problemas do passado vem à tona, as três gerações de mulheres batem de frente com o inesperado.

É inevitável críticar a forma ridícula com a qual este filme foi vendido. Mesmo que não tenha nada haver com o resultado do filme em sí, é um fator tão repugnante que merece muito ser críticado. A começar pelo título horrível, tentando pegar uma carona no sucesso de A Sogra e acaba fazendo besteira. Se era para ficar ruim, que deixasse A Poderosa mesmo. Além disso, tem o fato de ter sido vendido como uma comédia familiar quando na verdade é tudo menos isso. Em momentos drama pensativo e tocando em temas familiares traumáticos, em outros uma descoberta da vida, passando lições e provocando emoções. Ainda possui um cartaz absurdamente péssimo. Infelizmente, o mais novo filme de Garry Marshall nunca acha uma nota certa e sempre soa mal colocado, irregular e insatisfatório. Faltou um elemento crucial para fazer um drama funcionar.

O que o filme tenta passar é exatamente o que não possui. O filme pode não ser nu de clichês, mas é nu de emoção. A direção de Marshall é, estranhamente, fria. Os momentos engraçados, diversas vezes, funcionam, mas os momentos de valor, os momentos dramáticos, soaram vazios, completamente frios e calculados. Marshall possui um impulso de sempre inserir alguma piadinha básica no meio das cenas que uma vez ou outra, acaba deixando certos momentos falhados. A construção de seus personagens, mesmo à base de clichês e esteriótipos, é algo que funciona, já que você acaba entregando atenção a eles por longos 100 minutos, mas mesmo querendo gostar deles, amar eles e torçer por eles, o roteiro recai tanto para o melodrama e probleminhas bobos que se torna incrívelmente difícil.

O filme em sí gira em torno de um trauma do passado e como isso afeta os protagonistas. Até aí tudo bem, mas o diretor trata a situação com certa banalidade e força a barra inúmeras vezes para causar emoções baratas e vencer a audiência. Exatamente no momento onde o filme se torna leve e divertido, o drama desnecessário e equívocado deixa tudo tão pesado e frio que autómaticamente nos desconectamos com o filme. A verdade é que daria uma boa comédia romântica, centrada no humor que muitas vezes agrada e no romance que poderia vir a ser genuíno. Mas Marshall já não é mais aquele cara inspirado de Uma Linda Mulher ou o divertido de O Diario da Princesa, suas ambições e sua vontade de fazer um drama sério, mas o mesmo tempo sempre tolo, acaba falhando grandiosamente. E é uma grande pena.

Quanto aos atores: Lindsay Lohan é na verdade a protagonista, não traz nada muito de novo, mas eu também não conseguiria ver outra pessoa no lugar dela. Felicity Huffman caiu de um penhasco em relação ao seu trabalho anterior, soberbo em Transamérica, em momentos está flácido e raramente cativante. Jane Fonda perdeu sua graça formidável que faz de A Sogra uma sessão assistível e pouco convence. No final das contas, Ela é a Poderosa é um filme evitável, assistível, longe de ser horrível, mas também que não merece uma ida ao cinema. Uma sessão em casa será de bom tamanho e te dará maiores direitos de diversão, mas fiquem atentos, para gostar do filme, mesmo que um pouco, é preciso ignorar um pouco sua mediocridade, sua confusão com verdade e mentira e se deixar levar pelo humor e a inspiração que sobra.

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Blog do Vinícius:  "Ela é a Poderosa até funciona quando deixa as piadas de mal gosto de lado, mas ainda assim é grosseiro demais para ser levado a sério." 
Cineclick:  "(...)um bom filme que trata com dignidade de um tema difícil.(...)quem gosta de ver um bom drama no cinema dificilmente vai entrar num filme chamado Ela é a Poderosa; quem prefere uma comédia mais escrachada e escolhe Ela é a Poderosa para assistir, certamente vai sair do cinema procurando o telefone do Procon."
New York Times:  "É uma bagunça interessante e louca -- não é um filme terrível, e de nenhuma forma um filme tediante."
Omelete:  "(...)há esforço real em construir um arco emocional no filme, mas ele é desconstruído gracejo a gracejo. Cada vez que o drama parece que vai encontrar seu passo, Marshall se desespera e recorre às piadinhas com as quais ele se sente confortável." 
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Quinta, 26 Julho 2007

Algumas Novidades

Watchmen...: Foram anunciados os atores que protagonizarão a adaptação de gibis Watchmen, que será dirigida por Zack Snyder (300). Os nomes e os respectivos personagens são: Patrick Wilson (Nite-Owl), Jackie Earl Haley (Walter Kovacs, ou Rorschach [veja imagem acima]), Matthew Goode (Adrian Veidt/Ozymandias), Billy Crudup (Dr. Manhattan), Jeffrey Dean Morgan (the Comedian) e Malin Akerman (Laurie Juspeczyk/the Silk Spectre).

Beowulf...: Após duas primeiras imagens ótimas, o novo filme de Robert Zemeckis que conta com a tecnológia usada anteriormente pelo diretor em O Expresso Polar, promete um épico de animação, com nomes como Anthony Hopkins, Angelina Jolie e Crispin Glover já no elenco. O trailer do filme é simplesmente impressionante e promissor. Para conferir as imagens, basta entrar na galeria de fotos ao lado direito com as novas fotos e novos cartazes.>>>

10763f350a4557493218d9c996ab58fe.jpgCloverfield...: O misterioso projeto produzido por J.J. Abrams (Lost, Missão: Impossível 3) já se tornou o projeto mais comentado da internet. Recentes imagens já foram enviadas, todas com resolução baixa mas sempre misteriosas, algumas que parecem capturar um momento de caos. Um poster foi revelado, se é falso ou não ainda é uma incógnita, mas vale a pena dar uma olhada. O poster é esse ao lado esquerdo, com o nome Monstrous, que traduz para Monstruoso. É um eficiente poster e carrega o emblema da Paramount, como também a data 01.18.08, ou seja, deve estreiar nessa data se for realmete verdadeiro. Curiosamente, é a data que se encontra nas imagens enviadas do filme. Ou seja, além da data da estréia, é a data do desastre.

Disney...: Será proibido cigarros nos próximos filmes da Disney e de suas filiadas, Miramax e Touchstone. Além disso o MPAA, a associação de censura de filmes do EUA, estará levando em conta os cigarros na hora de avaliar o filme.

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Wall-e...: Nova imagem promissora do novo projeto da Pixar.

Jogos Mortais 4...: Foi liberado o poster oficial do filme e carrega um gigantesco spoiler para quem ainda não viu o anterior. Também finalmente afirma o que o garotinho de Jerry Maguire disse: "Sabia que a cabeça humana pesa 8k?" Agora sabemos. Tem também uma nova e sombria imagem. Confira também na galeria ao lado direito>>>

The Kingdom...: Projeto de ação com Jamie Foxx, Chris Cooper e Jennifer Garner tem novo poster. Confirem na galeria>>

Bee Movie...: Animação tem novo poster também. Confirem ao lado>>

Southland Tales...: Finalmente uma data de estréia do projeto de Richard Kelly (Donnie Darko). Será 9 de Novembro nos EUA.

Abaixo, artes conceituais de As Cronicas de Narnia: Príncipe Caspian:

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Quarta, 25 Julho 2007

Séries: últimos episódios.

Friends

1874222881837003232bb435e6d9f050.jpgS02E18 "The Onde Where Dr. Ramoray Dies"...: É sempre bom rever uma serie que consegue te fazer rir de verdade e os episódios de Friends são sempre hilários e ultrajantes. Esse, por exemplo, é ótimo, se concentrando em Joe e quando o personagem dele na novela morre. Muito engraçado. Aborda também de forma genial a relação entre Rachel e Ross, Monica e Richard.

S02E19 "The OneWhere Eddie Won't Go"...: Ainda melhor que o anterior, momentos super engraçados, algumas piadas simplesmente geniais e brilhantes, como o momento onde as garotas ficam obcecadas por um livro de auto-ajuda feminino, cansadas de terem seus "ventos roubados" pelos homens. O episódio se concentra mesmo no fato do novo colega de quarto psicótico de Chandler que não parece querer ir embora. Ótima participações especiais. Excelente episódio.

House M.D.

2a8eeea5e5063471a1e3f01d5d9268b9.jpgS01E01 "Pilot"...: Um bom começo para uma serie que me interessou bastante. Não tem o início divertido e emocionante de Grey's Anatomy e nem mesmo a ótima trilha sonora, mas é um bom começo. Dirigido por Bryan Singer, segue se forma lenta, é de certa forma longo, mas Hugh Laurie ta muito bem no papel e tem certos momentos dignos de aplausos. Pena que como um todo não se torne completamente excelente, mas é satisfatório.

Lost

a4b53456e1502ff1ae3cdf2782e26576.jpgS03E09 "Stranger in a Strange Land"...: Mesmo não tão brilhante e relevante como anterior, esse episódio move de forma mais lenta, apesar de ter vários mistérios e oferecer uma especie de ponte liderando à um novo capítulo que poderá responder várias perguntas. Tem boa trama e excelentes atuações, focando em Jack e na sua experiência em uma terra estranha como um estranho. O episódio tem bela mensagem e belos momentos, além de começar a surgir problemas entre Kate e Sawyer como casal, responde algumas coisas, mas no final das contas só eleva o mistério. A trilha de Giacchino atinge a perfeição e a maravilha. Enfim, se torna apenas uma conexão entre o espisódio anterior, que revelou muito e fascinou, para o próximo, que provavelmente terá novas descobertas.

The Office

5383627ab1b9aa329c6ae68ecf420b83.jpgS01E01 "Pilot"...: Um bom começo para uma serie promissora. Claro, é Steve Carrell quem rouba o show, mas algumas piadas ficaram bem divertidas e todo o elenco parece cativar. É bem curto na verdade, menos de 30 minutos, o que acaba facilitando na diversão, como os episódios de Friends, mas mesmo não tão engraçado, gostei e com certeza continuarei vendo. Possui alguns momentos irregulares, mas mesmo assim acaba envolvendo e conquistando até o final. Além disso, tem uma certa ousadia com seu humor que me cativou.

Terça, 24 Julho 2007

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Resenha: Transformers

Exatamente o que os olhos vêem.

Transformers

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Transformers (2007)
Dirigido por Michael Bay.
Com Shia LaBeouf, Megan Fox e Josh Duhamel.
Ficção. 144 minutos.

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Sinopse: Enquanto o jovem Sam Witciky ganha seu primeiro carro e pretende conquistar uma garota fora da liga dele, o início de uma guerra feroz na terra começa a ser travada. Antes disso, porém, os Transformers - robôs alienígenas - chegaram à terra na procura de sua fonte de energia, após terem seu mundo destruído. Enquanto uns vieram destruir a humanidade e se apoderar da energia e do mundo, outros vieram proteger. Tomanda forma de carros ou quaisquer aparelhos eletrônicos. Bumblebee, um Autobot (protetor), chega para Sam, que se percebe no meio do rebuliço todo e precisará olhar para o histórico de sua família para salvar o mundo. Mas os Decepticons (destruidores) não perdoam.

Michael Bay, provavelmente um dos diretores mais críticados da atualidade em Hollywood, é do típo que comanda grandes espetáculos, lembrando uma grande influência sua: Steven Spielberg. Em sua filmografia, há os apocalípticos Aramageddon e Pearl Harbor, além da fição A Ilha. Ao contemplarmos seus filmes, que cercam guerras, emoções e ficção (mesmo que não das melhores maneiras) percebemos o quanto do mundo que cria se deriva de idéias do próprio Spielberg e com isso chega a dúvida: como seriam os filme de Bay nas mãos de Spielberg? Transformers é um projeto que possuía tudo para fascinar com seu conteúdo sobre a tecnologia se apoderando da terra e no meio disso, cenas de ação explosivas. Spielberg teria feito pipoca com manteiga, um filme de entretenimento com inteligência, mas Bay, um diretor mais limitado e superficial, se contentou somente com a ação e com isso, uma pipoca bem salgada.

Creio que o principal intuito do filme, além de entreter e gastar muito dinheiro, era o de satisfazer fãs e claro, realizar muitos anúncios publicitários, merchandising e etc. O que Bay não percebeu, ou talvez tenha simplesmente ignorado, era o quanto este poderia ter sido um filme fascinante sobre o homem e a máquina. O diretor até que tenta, abordando a mitologia por trás dos robôs alienígenas, mas o drama do filme é superficial e a verdade é que os Transformers, pelo menos em relação à drama e história - se torna coadjuvante para algo mais interessante: a maturidade de um garoto. Sam (personagem principal) ganha imenso carisma de Shia LaBeaouf, um ótimo ator que carrega muito do drama e humor do filme, se tornando o grande prestígio para as cenas que não possuem guerra e espetáculo. Alguns momentos do filme, particularmente na primeira metade, são bem engraçados e Bay lembra o estilo de Spielberg em criar uma afeição pelos personagens e não soar piegas ou superficial. A trama em volta de Sam ficou autêntica e necessária ao filme.

Entretanto, enquanto o enredo engraçado e cativante sobre Sam ganha ares de prazer, do outro lado, Bay erra feio ao retratar os soldados, caindo na pieguice inevitável do diretor em ter que possuir emoção barata, sobre um soldado querendo ver seu filho que ainda não conheçeu. Ficou bem desnecessário e comprometedor, e lembra os outros filmes de Bay falhados exatamente nesse ponto. Os maneurismos visuais de Bay também estão sempre presentes: fotografia iluminada intensamente pelo sol, perseguições de carro, câmera lenta e isso chega a um ponto que incomoda. Mas como já disse, a proposta de Transformers era entreter e bem, conseguiu isso com louvor. Mesmo não fascinante como eu queria, é um filme impressionante nos visuais e nas sequências de ação espetáculares. Nesse aspecto, deve ser o melhor da temporada de blockbusters.

Ou seja, indo contra o seu slogan: "Mais do que os olhos vêem...", Transformers não é nada disso, alias, é exatamente o que os olhos vêem. É um filme de robôs se arrebetando com algumas sacadas geniais e prazerosas no caminho mas que simplesmente não passa de mais puro visual arrepiante. Os efeitos especiais são impecáveis, o molde dos robôs ficou simplesmente perfeito e não há como se decepcionar nesse aspecto, além de que as cenas de marca de Bay, sejam perseguições de carro ou simplesmente guerra, ficaram muito bem arquitetadas e irão satisfazer a todos, de verdade. Trilha? Típica de Bay, funciona, mas é do típo de música de trailer, para emocionar. Com isso lembro dos efeitos sonoros arrepiantes e excelentes, que também merecem ser lembrados e não conseguem ser esquecidos. São perfeitos. Ok, veja Transformers, tire duas horas e meia de seu dia (sim, tudo isso) e simplesmente relaxe e se diverta, mas como estou aqui para analisar cinema e não entretenimento, as falhas são impossíveis serem evitadas e não posso simplesmente deligar meu cérebro. É um bom filme? Sim. Mais do que os olhos vêem? Não.

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Blog do Vinícius:  "Todos os defeitos que o Bay já apresentou em sua filmografia estão lá, ou seja, piadas fora de hora, romance forçado, falsos valores morais, longa duração, e tantos outros. Contudo, se há algo que literalmente salva o filme são incríveis efeitos especiais. Não sei se é pelo ritmo extremamente rápido da narrtiva, mas falhas no visual são praticamente indetectáveis." 
Cineclick:  "Com efeitos especiais impressionantes, Transformers é um grandioso filme de ação.(...) não há como negar que a produção cumpre seu papel de proporcionar um entretenimento vazio e barulhento ao público que procura isso no cinema."
Cinema em Cena:  "O mais longo anúncio publicitário que já fui obrigado a testemunhar." 
Chicago Sun-Times:  "Todo se segue até uma batalha épica entre os Transformers e os Deceptions, e é nessa hora que minha atenção começou a desviar, e o filme perdeu uma potêncial quarta estrela."
Empire:  "O roteiro pode ter pernas bambas, mas a ação é sólida. A surpresa é o toque dos mais leves: uma boa comédia para melhores resultados." 
Hollywoodiano:  "A briga parece infinita. Eu vibrei. Assim como um garotinho de 11 anos, que estava ao meu lado.(...)Mas se você já cresceu, Transformers é desperdício de dinheiro e paciência."
 New York Times:  "Um filme de barulho e absurdo épico."
Omelete:  "Enfim, desde já um dos melhores filmes de ação do ano!" 
Revista Set:  "(...)um evento de grandes proporcões, repleto de sequências de ação que certamente levarão os Oscar técnicos, e uma boa demonstração do talento de Bay."
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